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Erro de Diagnóstico na Região do Músculo Orbicular dos Olhos

Outro dia uma profissional da área da saúde me perguntou:

Estou fazendo um tratamento na região do orbicular dos olhos e não estou conseguindo resultado satisfatório, o que fazer?

Na região do Músculo Orbicular dos Olhos temos que prestar atenção se o paciente é hipercinético, além de considerar o volume ósseo da face e a qualidade da pele.

A maioria dos profissionais que não conseguem bons resultados cometeram algum equívoco no diagnóstico.

O diagnóstico clínico é um dos fatores que pode definir o sucesso, ou insucesso, dos tratamentos de Harmonização Facial.

Em outras palavras, o diagnóstico mal executado pode resultar em sérias intercorrências.

Vamos falar sobre Rugas

A correção das rugas de expressão não representa somente uma questão estética ou de vaidade, mas de melhora da autoestima.

Alguns indivíduos que procuram tratamento estético sofrem com vergonha da sua aparência e o consequente isolamento.

A Harmonização Facial possibilita a reconstrução da anatomia perdida ao longo do tempo, além da reconquista das características de jovialidade.

As rugas dinâmicas, que se desenvolvem à partir da atividade muscular ligada à mímica, constituem componente importante do envelhecimento facial.

Da mesma forma que o foto envelhecimento, a flacidez cutânea e as alterações do volume, que provocam a reabsorção óssea e do tecido subcutâneo.

As rugas palpebrais dinâmicas, causadas pela hiperatividade do músculo orbicular dos olhos, são queixas muito frequentes dos pacientes.

Essas rugas são popularmente chamadas de “pés de galinha” ou “rugas de raio de sol”.

Para tratar a contração muscular que resulta nelas, a utilização da Toxina Botulínica entra em cena.

E mesmo em peles mais jovens, que (ainda) não apresentam grandes vincos na região, é possível aplicar como forma de tratamento preventivo.

Tratamento da Região Orbicular dos Olhos

O músculo orbicular dos olhos é circular, com a maioria de suas inserções em tecidos moles, funcionando como esfíncter.

Sua origem é quase toda cutânea, de ligamentos palpebrais, lacrimal e maxila.

A sugestão de dose para tratamento desta região seria:

1 a 2U por ponto de aplicação, podendo ser em uma linha ou duas linhas de marcação de acordo com a extensão.

Porém é preciso muito cuidado. A agulha deve apenas passar a derme e entregar o fármaco, não aprofundar, pois há risco de assimetria de tônus do músculo.

Certamente isso pode gerar ao paciente a sensação de ptose e/ou por muitas vezes a dificuldade de oclusão das pálpebras.

E isso acontece em aplicações com doses muito altas sobre o músculo orbicular.

Para evitar complicações é preciso respeitar a distância de 1cm da borda da pálpebra durante a aplicação.

Uma outra complicação comum que pode ocorrer é a redução do corredor bucal, por exemplo.

O fato de “seguir” as rugas de expressão dinâmica até o terço médio da face, leva a toxina a relaxar os músculos risório e/ou bucinador.

Observar o contorno ósseo é muito importante, pois por muitas vezes, o profissional tenta apenas resolver o problema em tecido mole.

E esta observação deve ser feita adequadamente durante o Planejamento e Diagnóstico.

Eu falo sobre este assunto em uma das matérias do Blog.

Então, se você deseja saber mais clique AQUI.

É preciso atentar para a perda volumétrica óssea que, em muitos casos, deve ser reconstruída com técnicas de Preenchimento e/ou Volumetria.

Quer saber mais sobre Toxina Botulínica e Harmonização Facial?

Conheça o Curso/Livro Digital da Toxina Botulínica da Plataforma Diogo Melo.

Vou deixar também um vídeo sobre:

Como tratar a região de Pé de Galinha (Orbicular dos Olhos).

Até o próximo post!
Dr Diogo Melo.

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