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Liberação estética na Odontologia Botox, Preenchimento facial e fios de sustentação.

O Conselho Federal de Odontologia CFO liberou no dia 1 de setembro de 2016 a área de atuação em estética para a Odontologia, com varias técnicas como: Toxina Botulínica (botox), Preenchimento facial com acido hialuronico, fios de sustentação (Miracu, fios de PDO) o Cirurgião Dentista ja trabalha desde o inicio da profissão com tratamentos terapeuticos, funcionais levando a ganhos esteticos, nos mais diversos tratamentos das disfunções e deformidades orofaciais, vamos saber um pouco mais sobre o uso da toxina botulinica (botox), preenchimento facial com acido hialuronico, e toda e qualquer terapia que leve a harmonização oro-facial como por exemplo podemos citar medicações de via externa tópica e fios de sustentação facial PDO.

Segundo o CFO “O Plenário autorizou os cirurgiões-dentistas a utilizar a toxina botulínica e os preenchedores faciais para fins terapêuticos funcionais e/ou estéticos, desde que não se extrapole a área anatômica de atuação do profissional da Odontologia. O uso estético dessas substâncias deve ter como finalidade a harmonização facial em sua amplitude.”

Um dos tratamentos mais recentes, empregado na terapêutica odontológica para atenuar problemas de assimetria facial, é a utilização da Toxina Botulínica. A substância, como sabido, é muito conhecida no meio estético por prevenir o envelhecimento. Contudo, em razão possuir também ação terapêutica, vem sendo utilizada por cirurgiões dentistas para melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

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A Lei nº 5081 de 24 de agosto de 1966 regula o exercício da Odontologia em todo o território nacional. Em seu Artigo 6º, parágrafo II, a lei afirma que compete ao cirurgião-dentista prescrever e aplicar especialidades farmacêuticas de uso interno e externo, indicados em odontologia.

Não existe restrição legal em relação à especialidade farmacêutica ou medicamento a ser prescrito ou aplicado pelo cirurgião-dentista considerando sua característica farmacológica. O que faz um fármaco ser ou não de uso odontológico é o seu prescritor, no caso o cirurgião dentista, profissional registrado e capaz de assumir as responsabilidades pelo seu ato. Todo e qualquer fármaco pode ser prescrito pelo cirurgião-dentista respeitando sua área de atuação profissional.

Quanto à área de atuação, não há duvida de que a face faz parte de nossa área de atuação. O que é preciso reforçar é em relação às atribuições e esta pode ser dada pelo conselho federal de odontologia. Somente ele pode entender que a odontologia tem competência para resolver os transtornos estéticos, isoladamente, e funcionais.

Como desconectar a odontologia atual, de conceitos como: tratamento holístico; corpo humano e não partes humanas (o tratamento só é feito no todo, em partes, só para estudo anatômico); os avanços nas especialidades como a “cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial”; especialidades novas, nem pensadas na época; conceitos de que saúde “é o bem-estar físico, mental e social”, responsabilidade para com o indivíduo, neste caso, não seria responsabilidade para com o “dente”? Que sentido há nisto? Não há como fragmentar algo, que só tem importância em caráter único, atendemos ao indivíduo. Não atendemos ninguém que deixa a “boca no consultório “e se vai.

Sabe-se que o uso da toxina botulínica tem avançado no tratamento das dores de ordem muscular, inclusive para tratamento de bruxismo, ato estritamente odontológico. O fato é que a aplicação também corrige o fator estético, os pontos de infiltração são os mesmos, entendam, não próximos, exatamente os mesmos em muitos tratamentos, variando a quantidade de medicação injetada.

Como podemos assistir no vídeo abaixo, a liberação de area de atuação significa, usar na sua plenitude todas medicações disponíveis no brasil com comprovada liberação perante ANVISA órgão máximo no pais referente a liberação ou não de medicamentos. Vale ressaltar que como prescritor e infusor o cirurgião dentista pode indicar o uso de toda e qualquer medicação de via interna ou externa, enteral, parenteral, tópico.

Assim sendo Toxina botulínica, ácidos hialuronico, fios de sustentação de PDO que nada mais é do que uma agulha assim como as de anestesia monidas internamente com um fio absorvível, produtos estes que são medicamento, e utilizados pelo dentista desde a faculdade (graduação).

Citando o artigo 3º. I, ”… quando dizemos com liberdade de convicção, nos limites de suas atribuições…” (convicção – A Certeza ou opinião firme de um indivíduo sobre algo em que acredita), (atribuições – competência- É formada pelo conjunto de habilidade, atitude e conhecimento (é a capacidade de mobilizar conhecimentos, valores e decisões para agir de modo pertinente numa determinada situação.) Como se pode dar liberdade ao restringir?

Observando o estado atual da ciência e sua dignidade profissional. Precisamos saber de que lado estamos, do lado da odontologia de ponta, com profissionais esforçados, capacitados, inovadores, que projetam está área da saúde ou do lado daqueles presos ao sistema, omissos quando necessitamos de correções que nos norteim, daqueles que por força do apego ao tradicional, não permitem que os profissionais e a população se beneficiem do novo.

O que seria tratamento desnecessário? A correção estética? Será que os autores de tal frase, tiveram a oportunidade de perguntar a aquela pessoa com uma alteração estética facial, como foi a vida, por quantas vezes lhe foi perguntado se aquele defeito o incapacitava de viver melhor? Provavelmente isto nunca aconteceu.

Porque somente a toxina botulínica e ácido hialurônico estão em pauta, por causa do transtorno, estético e da segurança para o profissional e sociedade? Acredito que seja pouco provável, na verdade incomodamos outras classes.

Imagine a possibilidade de movimentar, suavizar ou impedir o movimento muscular, auxiliando nos casos de traumas ou cirurgia ortognática. Neste último é possível ver o resultado de forma reversível através deste dispositivo, diminuir os insucessos ou insatisfações estéticas dos pacientes.

O mais importante é que hoje o cirurgião dentista, que já realizava intervenções com bases terapêuticas gerando ganhos funcionais que levavam o paciente a melhoria estética, pode continuar a exercer suas atividades sem ter que passar por situações indesejadas com alguns profissionais de outras áreas que somente visam reserva de mercado e/ou falta de conhecimento da area de atuação do cirurgião dentista.

Agora vale a pena ressaltar a necessidade de capacitação profissional, horas de estudo, e aguardar a evolução da ciência, com novas técnicas, protocolos, materiais etc.

Parte deste texto foi retiradodo documento enviado ao CFO de autoria do Dr. João Milanez (C.D. CROMT), Dr. Diogo Melo (C.D. CROMT) e comissão de Harmonização funcional e estética facial. CRO MT.



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Dr. Diogo Melo

Professor do Instituto Famma em São Paulo, Cirurgião Dentista CRO-MT 4365, Coordenador do Curso de Harmonização Orofacial e Capacitação em Toxina Botulínica e Preenchimento Facial, Fios de Sustentação e Peeling Químico. Ministrado em São Paulo e Cuiabá.

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